Estou atrasado um ano.
Mas nem sempre um atraso é uma coisa má. A revista Lego City saiu pela primeira vez para as bancas em Setembro de 2017 e eu não a comprei. Como os meus leitores mais assíduos já sabem eu tenho uma preferência pelas revistas de fantasia e ficção científica. Por isso quando a revista saiu para as bancas olhei para ela e decidi não a comprar...não me dizia nada.
Só dei pelo tremendo erro que tinha cometido o mês passado, quando chegaram há minha posse os 4 primeiros números desta revista Lego City.
Lego City é a melhor revista Lego do mercado português.
Posso preferir as revistas Ninjago, Nexo Knights e até mesmo Star Wars, mas esta é a revista mais equilibrada, completa, inteligente e entusiasmante.
A história deste primeiro Lego City começa com um policial. "Atrás das Grades" é uma aventura de fuga, de um herói polícia e de comida...
Curiosos? pois vão ter de ler para poderem descobrir o que afinal de passou.
O melhor desta história é que é totalmente interactiva. Para podermos avançar na compreensão da mesma temos de fazer diversos jogos, labirintos, pinturas, adivinhas, puzzles e muitas outras coisas que estão ligadas à história principal.
A dinâmica é total e a revista é um autêntico desafio.
Para além de tudo isto temos ainda um poster duplo com o tema da aventura. Uma visão única dos conjuntos da polícia da Lego City e na contracapa da revista, um jogo da memória que pode ser recortado.
Os brindes são qualquer coisa de fenomenal e completo, com acessórios extra e alguns até são mais conjuntos completos do que apenas figuras de brinde.
Neste primeiro número a oferta não era uma figura, mas duas.
Os protagonistas principais desta história com os respectivos acessórios e até notas para deixar a voar por todo o lado.
Fiquei rendido à qualidade das figuras e à própria revista.
Lego City é uma revista quadrimestral, o que ajuda muito a quem compra muitas destas revistas.
Falarei do número dois, que saiu em Janeiro deste ano, no próximo artigo e podem querer que é mesmo espectacular!
quinta-feira, 1 de novembro de 2018
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
FIBDA 2018 - Reflexos de um Festival de BD....
Inaugurou-se, na passada sexta-feira, o 29º Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora.
O tema deste ano é o Brasil e o autor em destaque é Francisco Sousa Lobo, autor de Banda Desenhada, Arquitecto, Ilustrador...
A exposição encontra-se equilibrada e decorada com elementos gráficos alusivos à mostra de cada autor/obra, num já comum ritmo linear de pranchas, desenhos e ilustrações.
Descobrir os recantos de toda a exposição é um desafio, um gosto que só ao visitante se apresenta como uma demanda. Um constante descobrimento de coisas novas, leituras aos cantos e recantos secretos de lazer.
O piso -1 apresenta o grosso da exposição num espaço que é também um reaproveitamento do festival anterior, com uma nova dinâmica de cores...se funciona, porque não aproveitar a dinâmica também aqui? Nada contra, muito pelo contrário.
Álvaro, Luís Louro, Artur Correia, Amanda Baeza, Nádia e Tiago Albuquerque, entre outros são as exposições que podemos ver neste piso -1 do Forum Luís de Camões.
Destaco a exposição do lendário Artur Correia que tive a oportunidade de conhecer em outros festivais em que participei e que é uma das mais completas e belas homenagens que tenho visto pelo FIBDA.
Ainda neste piso a exposição dos participantes e vencedores dos concursos deste ano que são sempre uma lufada de ar fresco e até a possível revelação de futuros talentos.
Na minha modesta opinião este é um bom Festival de Banda Desenhada.
Equilibrado, variado, pensado...
Fico com pena de não ter mostrado fotos das sessões de autógrafos com os variados autores mas, a confusão era tanta que nenhuma das fotos ficou apresentável para publicação.
O FIBDA 2018 encontra-se a decorrer até ao dia 11 de Novembro e vale muito a pena ir ver.
Quanto mais não seja pelas apresentações de livros, autógrafos e claro...compras, muitas e boas compras!
Podem encontrar-me por lá, são nos fins-de-semana, nos stands das Lojas GFloy ou Dr. Kartoon.
Apareçam...
O tema deste ano é o Brasil e o autor em destaque é Francisco Sousa Lobo, autor de Banda Desenhada, Arquitecto, Ilustrador...
Cartaz FIBDA 2018
Já não acontecia à alguns anos mas desta vez aceitei o convite da GFloy, Levoir e Dr. Kartoon para participar em mais um festival. Memórias inundaram-me imediatamente quando entrei no recinto do Forum Luís de Camões, na Amadora. Desta vez como profissional do ramo, pelo menos durante os dias que me foram designados para estar a aconselhar e vender banda desenhada, foi com entusiasmo que comecei o primeiro fim de semana, rodeado por tanta coisa boa para ler, amigos para rever e fazer.
Aproveitando a estrutura do festival do ano anterior, este FIBDA reinventa-se no mesmo espaço, encontrando novas dinâmicas expositivas e outras cores. Transformando o cartaz inspirado no trabalho de Francisco Sousa Lobo em espaços tridimensionais, sugerindo a arte e as arquitecturas impossíveis, em espaços físicos expositivos.
Neste primeiro fim de semana, estive com a Dr. Kartoon na banca de vendas, rodeado das ultimas maravilhas da BD nacional e internacional, assim como de alguns tesouros sempre presentes em lojas deste calibre.
A praça do piso 0 é uma mistura de praça de comércio e de exposição, com autores portugueses e outros projectos de importância, assim como local para autógrafos e lojas e mais lojas das principais editoras portuguesas.
A exposição encontra-se equilibrada e decorada com elementos gráficos alusivos à mostra de cada autor/obra, num já comum ritmo linear de pranchas, desenhos e ilustrações.
Descobrir os recantos de toda a exposição é um desafio, um gosto que só ao visitante se apresenta como uma demanda. Um constante descobrimento de coisas novas, leituras aos cantos e recantos secretos de lazer.
O piso -1 apresenta o grosso da exposição num espaço que é também um reaproveitamento do festival anterior, com uma nova dinâmica de cores...se funciona, porque não aproveitar a dinâmica também aqui? Nada contra, muito pelo contrário.
Álvaro, Luís Louro, Artur Correia, Amanda Baeza, Nádia e Tiago Albuquerque, entre outros são as exposições que podemos ver neste piso -1 do Forum Luís de Camões.
Destaco a exposição do lendário Artur Correia que tive a oportunidade de conhecer em outros festivais em que participei e que é uma das mais completas e belas homenagens que tenho visto pelo FIBDA.
Figuras Salta Pocinhas fabricadas pela Maia Borges, com design de Artur Correia e uma das colecções de figuras de PVC mais raras em Portugal.
Ainda neste piso a exposição dos participantes e vencedores dos concursos deste ano que são sempre uma lufada de ar fresco e até a possível revelação de futuros talentos.
Na minha modesta opinião este é um bom Festival de Banda Desenhada.
Equilibrado, variado, pensado...
Fico com pena de não ter mostrado fotos das sessões de autógrafos com os variados autores mas, a confusão era tanta que nenhuma das fotos ficou apresentável para publicação.
O FIBDA 2018 encontra-se a decorrer até ao dia 11 de Novembro e vale muito a pena ir ver.
Quanto mais não seja pelas apresentações de livros, autógrafos e claro...compras, muitas e boas compras!
Podem encontrar-me por lá, são nos fins-de-semana, nos stands das Lojas GFloy ou Dr. Kartoon.
Apareçam...
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